Ban Ki-Moon insiste no seu incurável anti-semitismo

20 de setembro de 2016.

O atual secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon nunca conseguiu disfarçar o seu manifesto anti-semitismo. Desde que tomou posse naquele importante órgão da comunidade política internacional, o sul-coreano tem constantemente lutado a favor de um estado palestino, defendendo acirradamente a "solução 2 estados" e atacando os "colonatos" judeus que, segundo ele e muitos outros políticos, são construídos em "territórios ocupados" por Israel.
 
Territórios que sempre pertenceram ao Israel bíblico e que o estado judeu recuperou ao longo das várias guerras travadas com os árabes...
 
Para o secretário-geral das Nações Unidas, as construções judaicas são "ilegais, segundo as leis internacionais", insistindo ainda que a "ocupação" dos territórios controlados pelos palestinos "tem de acabar."
 
Estas afirmações de Ban Ki-Moon surgem no início da reunião do Conselho de Segurança da ONU, em que se prevê que Israel venha mais uma vez a ser condenado por uma parte da comunidade internacional, e a meses da saída de Hussein Obama da presidência norte-americana.
 
Este "fervor" de Ban Ki-Moon a favor de um estado terrorista palestino tem ultimamente subido de tom, uma vez que ele só ocupará o cargo político mais importante do planeta até ao próximo dia 20 de Janeiro, quando terá de ceder o lugar a um novo secretário-geral.
 
Shalom, Israel!

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