6 resoluções anti-Israel aprovadas pela ONU, com os cotos contra do Reino Unido, EUA e Canadá

02 de dezembro de 2017.

 

A Assembleia Geral da ONU comemorou ontem os 70 anos da resolução da partição da "Palestina" entre judeus e árabes votando 6 resoluções propostas por países árabes condenando Israel e apoiando fortemente os palestinos, com quem a ONU tanto parece se solidarizar.
 
A desfaçatez da desacreditada ONU é tão grande, que até uma resolução relacionada com Jerusalém que denomina o Monte do Templo unicamente com um nome islâmico foi aprovada, para não falar de uma outra que condena a presença israelita nos Montes Golan.
 
BEM HAJA, REINO UNIDO!
Votando isoladamente da União Europeia, de quem se desligou recentemente, o embaixador do Reino Unido na ONU votou contra a resolução proposta pela Síria que condena Israel pela "ocupação" dos Montes Golã, afirmando que"o dever da Assembleia Geral é de atrair a atenção às violações das leis humanitárias internacionais onde quer que elas ocorram. Esta resolução arrisca-se a desacreditar essa responsabilidade vital."
 
Segundo o embaixador britânico, "esta resolução corre o risco de endurecer ambos os lados (Síria e Israel) , e pouco faz para fazer avançar a paz ou o mútuo entendimento. É desnecessária e desproporcional."
 
E acrescentou: "A intenção do regime sírio é fazer uso desta resolução adicional para desviar a atenção das suas ações criminosas e matança indiscriminada dos seus próprios cidadãos."


MAIORIA CONDENA ISRAEL

A resolução proposta pela Síria condenando Israel por não ceder ao regime de Assad o controle sobre os Montes Golã e os seus 20 mil habitantes drusos foi aprovada com 105 votos a favor, 6 contra e 58 abstenções.

NENHUMA MENÇÃO AOS CRIMES DO HAMAS

Ao contrário desta perversa e injusta proposta, a ONU esqueceu por completo os crimes cometidos pelo Hamas, tais como esfaqueamentos de cidadãos israelitas, disparos ou veículos atirados contra judeus. Este "esquecimento" demonstra inequivocamente de que lado está a desacreditada ONU, sempre condenando Israel pelo uso da sua força para defesa dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que passando por cima dos crimes cometidos pelos palestinos da Autoridade Palestiniana, Hamas e Jihad Islâmica.
 
Por outro lado, e em desenvergonhado contraste com as condenações feitas a Israel nesta reunião da ONU, serão passadas apenas 6 resoluções de condenação a seis países onde os direitos humanos são constante e brutalmente violados: Síria, Coréia do Norte, Irã, Crimeia, Myanmar, e ainda uma condenação ao embargo dos EUA a Cuba. 
 
Uma das resoluções condenou Israel pela "ocupação", sendo que outra fê-lo, alegando a "atos de violência e terror" cometidos por Israel, sem mencionar uma única palavra sobre os crimes cometidos pelos palestinianos. 


ISRAEL É O BODE EXPIATÓRIO

Hillel Neuer, diretor executivo do grupo de monitorização sediado em Genebra "UN Watch"comentou as resoluções anti-Israel de forma bem clara: "O ataque de hoje da ONU a Israel, com esta torrente de resoluções unilaterais é surreal."


E acrescentou: "A resolução de hoje sobre Jerusalém refere-se ao Monte do Templo apenas pelo seu nome islâmico, Haram al-Sharif. Numa altura em que nem a UNESCO tolera tal terminologia, a Assembleia Geral não se devia envolver na negação da herança judaica e cristã."

"Ao mesmo tempo que nesta sessão irão haver 20 resoluções contra Israel, nenhuma resolução da Assembleia Geral das Nações está hoje prevista para condenar os mais que evidentes abusadores dos direitos humanos, como são a Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China, Cuba, Paquistão, ou o Zimbawe."
"As resoluções de hoje alegam preocupação para com os palestinianos, porém a ONU parece esquecer as dezenas de palestinianos que têm sido mortos, prejudicados ou expulsos pelas forças de Assad, e as mais de 3.000 vítimas mortas depois de 2011."
 
De facto, conclui-se que o interesse da ONU nem sequer é a proteção dos palestinianos, mas sim fazer mais uma vez de Israel o bode expiatório de todos os crimes humanitários. 
 
Mais do mesmo. Da ONU, nada de bom se pode esperar. Antes pelo contrário...
 
Fonte: Shalom, Israel!

 

Comentários

Martins em 02/12/2017 21:31:53
Morte aos inimigos de ISRAEL.

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