Vingança? Forças Armadas sírias abatem drone de reconhecimento dos EUA

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

19 de setembro de 2016.

 

Um drone de vigilância dos Estados Unidos teria sido abatido no domingo na província de Deir ez-Zor pelas Forças Armadas sírias, na mesma zona onde aviões americanos bombardearam as forças sírias cercadas pelo Daesh um dia antes, matando 62 pessoas.

De acordo com a Press TV, o Exército sírio derrubou um drone que for visto pairando sobre as montanhas na região de Jabal Therdeh, no leste da província de Deir ez-Zor. A agência AMN, uma fonte de notícias do mundo árabe, especificou que os tiros foram disparados pela 137ª Brigada de Artilharia da 17 Divisão blindada do Exército Árabe da Síria, observando que o drone conseguiu deixar o espaço aéreo sírio.

Antes do ataque de sábado da coalizão liderada pelos Estados Unidos, que matou pelo menos 62 soldados do exército sírio, o espaço aéreo sírio havia sido aberto para aviões americanos, mas a situação tornou-se mais instável após o incidente.

O exército sírio também recuperou o controle sobre a maioria dos territórios perdidos para o Daesh no sábado, após a coalizão liderada pelos EUA ter dado vantagem aos extremistas bombardeando posições dos militares sírios.

Também foi relatado que a Força Aérea síria, apoiada por aviões russos, realizou uma série de ataques aéreos contra as áreas controladas pelo Daesh ao longo da estrada que liga as cidades de Deir ez-Zor e Mayadeen.

No sábado, quatro jatos da coalizão liderada pelos EUA, dois aviões F-16 da Força Aérea dos Estados Unidos, dois aviões A-10 e um drone de combate atingiram posições-chave de defesa do exército sírio seis quilômetros ao sul do aeroporto Deir ez-Zor. As autoridades da Rússia e a Síria afirmam que o ataque, que matou 62 e feriu mais de cem pessoas, foi intencional.

No entanto, o Pentágono declarou que o ataque aéreo foi um acidente e que a Casa Branca expressou o seu pesar pela "perda involuntária de vidas".

A Síria tem estado envolta em violência desde 2011, quando uma guerra civil eclodiu no país. Desde esse ano já morreram mais de 400.000 pessoas.

Fonte: Sputnik.

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