Vietnã transfere mísseis para ilhas no Mar do Sul da China

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

10 de agosto de 2016.

As ilhas Nansha (Spratly) no mar do Sul da China

Vietnã reforçou suas posições militares em algumas ilhas, localizadas em águas disputadas no Mar do Sul da China, com bases móveis de lançamento de mísseis, informou a agência Reuters.

Segundo a agência, as bases de lançamento possuem capacidade de atingir diversas posições militares na China.

Segundo fontes da agência nos círculos diplomáticos e militares ocidentais, as informações indicam que Hanói transferiu cinco bases de lançamento para as Ilhas Spartly, o que pode aumentar as tensões com China. As fontes informam que as bases são invisíveis para observação aérea e que a sua instalação ainda não foi concluída, mas elas podem começar a operar em questão de dias. 

O ministério das Relações Exteriores do Vietnã declarou que esta informação está “imprecisa”, mas não forneceu mais detalhes.

Diversos países da região, incluindo a China, o Japão, o Vietnã e as Filipinas, estão em desacordo sobre as fronteiras marítimas e zonas de influência no mar do Sul da China e no mar da China Oriental. Pequim afirma que alguns desses países, como as Filipinas e o Vietnã, aproveitam o apoio de Washington para escalar a tensão na região. Tanto os EUA quanto a China realizam regularmente exercícios militares na área e se acusam mutuamente de militarizá-la.

Em janeiro de 2013, as Filipinas contestaram unilateralmente, no Tribunal Internacional do Direito do Mar, as reivindicações chinesas em relação a uma série de territórios no mar do Sul da China, mas Pequim se recusou oficialmente a abordar tais questões no âmbito jurídico internacional. A China, desde o início, se recusou a tomar parte no processo, considerando o pedido unilateral das Filipinas como ilegal. Pequim sempre insistiu que o tribunal não tem competência para apreciar a questão, que diz respeito à disputa territorial.

O mapa dos territórios em disputa no mar do Sul da China

Fonte: Sputnik.

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