Venezuela coloca tropas perto de fronteira com a Colômbia após morte de 3 soldados

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de novembro de 2018.

 

A Venezuela reforçou sua fronteira com a Colômbia com mais tropas após três soldados venezuelanos morrerem em um ataque feito por um grupo armado no último final de semana, disse o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, nesta segunda-feira.

Dez outros soldados ficaram feridos no ataque no estado do Amazonas, que segundo Padrino foi uma retribuição pela captura de "nove membros de forças paramilitares colombianas" feita por forças venezuelanas, no último episódio de intensificação nas tensões entre vizinhos sul-americanos.

"Encontraremos os paramilitares onde quer que eles estejam", disse Padrino em um pronunciamento no canal de televisão estatal. "Por ora eu digo a eles: deixem a Venezuela. Não há espaço aqui. Nunca houve espaço aqui para vocês".

Ele não especificou quantos soldados foram enviados à fronteira. Os militares feridos não estavam em estado grave, disse Padrino.

Incidentes envolvendo soldados venezuelanos ao longo da fronteira de 2200 quilômetros são razoavelmente comuns, e contribuem para tensões diplomáticas entre os dois países.

Em setembro, a Colômbia enviou uma carta de protesto a Caracas depois que soldados venezuelanos adentraram seu território e detiveram três cidadãos colombianos. [nL2N1W310Y]

A Colômbia tem sido uma das grandes críticas do governo do presidente socialista Nicolás Maduro. O país membro da Opep tem sofrido com um colapso econômico desde sua chegada ao poder em 2013 e a Colômbia é o principal refúgio de venezuelanos que deixam o país devido à grande escassez de alimentos e medicamentos.

Em um comunicado na segunda-feira, o partido de oposição venezuelano Vontade Popular atribuiu o ataque ao Exército de Libertação Nacional, um grupo rebelde colombiano. A oposição há muito tempo acusa Maduro de fazer vista grossa à presença de grupos colombianos violentos que operam também em território venezuelano.

Fonte: Reuters

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