Seul aumenta vigilância por possível teste de armas pela Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

10 de outubro de 2016.

O exército sul-coreano mobilizou todos os aparatos de vigilância em cooperação com tropas americanas devido à possibilidade de a Coreia do Norte realizar um novo teste de armas para celebrar o aniversário do partido único do país.

"Os aliados acham que é provável algum tipo de provocação dado que Pyongyang celebra o 71º aniversário da fundação do Partido dos Trabalhadores na segunda-feira (10 de outubro)", explicou neste domingo um porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano à agência "Yonhap".

Imagens de satélite revelaram nos últimos três dias um aumento da atividade nas bases de lançamento de mísseis e de testes nucleares do fechado país.

O regime do Norte costuma realizar esses testes perto das datas mais importantes de seu calendário, como foi o caso do último teste nuclear de 9 de setembro, coincidindo com o aniversário de sua fundação nacional.

Diante desta situação, as Forças Aéreas sul-coreanas mobilizaram alguns aviões de reconhecimento RC-800 e RF-16. Os Estados Unidos, que mantêm 28,5 mil soldados na Coreia do Sul, aumentaram o número de voos de seu avião de vigilância a grande altitude U-2 e do E-8C, equipado com um avançado sistema de radar.

A vigilância foca na base de testes nucleares de Punggye-ri (nordeste), no centro de lançamento de Sohae (noroeste), de onde o exército norte-coreano lançou vários mísseis de longo alcance, e na cidade de Wonsan (oeste).

Pyongyang disparou vários mísseis de médio alcance Musudan com plataformas móveis perto desta última cidade, situada no litoral do país.

A Coreia do Norte lançou pela última vez um míssil de longo alcance de Sohae, em fevereiro, o que junto a um teste nuclear realizado em janeiro em Punggye-ri acarretou o pacote de sanções mais duro aprovado até o momento pela ONU.

A última detonação nuclear subterrânea, do dia 9 de setembro, levou países como Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão a impulsionarem uma nova resolução do Conselho de Segurança para aplicar novas punições ao regime de Kim Jong-un.

Fonte: EFE.

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