Satélite registra movimentação em base de testes nucleares na Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

12 de julho de 2016.

As imagens de satélite registradas recentemente mostram "altos níveis de atividade" na base de testes nucleares de Punggye-ri, na Coreia do Norte, embora a análise não revela se é manutenção ou para preparar um novo teste atômico.


As fotografias, tiradas no dia 7 de julho, revelam uma intensa atividade no chamado portal norte, onde o exército norte-coreano realizou seus dois últimos testes nucleares em 2013 e no início deste ano, segundo explica nesta terça-feira o site especializado "38north", ligado à Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.

"A partir de uma destas imagens não é possível determinar se essa atividade é para manutenção, escavação ou para preparar um teste nuclear", indicou o site.

"No entanto, é evidente que a Coreia do Norte está se certificando que as instalações estejam em estado de prontidão para realizar futuros testes nucleares caso que chegue uma ordem de Pyongyang", acrescentou.

As imagens mostram, por exemplo, veículos e vagões mineiros perto do portal, indicando que se está trabalhando no interior dos túneis correspondentes.

No último dia 6 de janeiro, a Coreia do Norte detonou no interior destas galerias subterrâneas o que garantiu que era uma bomba de hidrogênio, embora análise posteriores mostraram que se tratava de um artefato menos potente que uma bomba H.

Estas imagens e a análise correspondente são publicadas em um momento de renovada tensão na península coreana.

Na última semana, a Coreia do Norte condenou a assinatura de um acordo para que os Estados Unidos instale na Coreia do Sul seu sistema antimísseis THAAD e também umas sanções unilaterais aprovadas por Washington contra o líder do regime norte-coreano, Kim Jong-un.

Como resposta, Pyongyang lançou no fim de semana um míssil balístico de um submarino e na segunda-feira anunciou que cortou o único canal de comunicação diplomática, o das Nações Unidas, que mantém com EUA, por isso os analistas não descartam novas provocações por parte do regime. 

Fonte: EFE.

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