Rússia pede missão da OPAQ em Aleppo para investigar uso de armas químicas

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

11 de novembro de 2016.

 

A Rússia ofereceu nesta sexta-feira proteção militar à Organização pela Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para que envie seus analistas a uma missão à cidade síria de Aleppo a fim de investigar o possível uso de armas químicas por parte das forças de oposição.

"Nos dirigimos a OPAQ para que envie seus analistas ao bairro 'Projeto 1070' de Aleppo a fim de investigar o uso de substâncias químicas como armas" contra a população civil e os militares russos, disse hoje o porta-voz do Ministério da Defesa russo, o general Igor Konashevkov.

A missão militar russa na Síria, acrescentou, garantirá o trabalho conjunto de analistas russos e da missão da OPAQ.

Moscou acusou a oposição armada síria de usar armas químicas em Aleppo e assegura ter provas de que as milícias empregaram cloro e fósforo branco contra a população civil e as tropas governamentais.

Enquanto isso, um recente relatório elaborado por uma equipe da ONU e da OPAQ concluiu que o regime de Bashar al-Assad usou armas químicas contra os sírios pelo menos em três ocasiões e que o grupo jihadista Estado Islâmico usou esse armamento em pelo menos uma ocasião.

O bairro 'Projeto 1070', no sudoeste de Aleppo, foi retomado pelas forças governamentais sírias nos últimos dias.

Os combates entre as forças de Damasco e os rebeldes são especialmente virulentos nessa zona da cidade, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, que denunciou centenas de bombardeios e disparos de artilharia nessa área nos quais morreram dezenas de combatentes de ambos os lados.

Fonte: EFE

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