Rússia: OTAN ‘chegou ao absurdo’ de inventar aproximação russa às fronteiras da aliança

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

19 de abril de 2016.

O vice-ministro da Defesa russo, Anatoly Antonov, comparou a política da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) com a conversa "entre um mais novo e um mais velho". Anatoly Antonov observou que a Rússia está pronta para normalizar as relações com o Ocidente, mas apenas em condições de igualdade.

O vice-ministro da Defesa russo anunciou o início de uma “guerra de informação”, comentando as acusações da OTAN.

"As autoridades da OTAN chegaram, literalmente, ao absurdo nas avaliações das ações de Moscou. Hoje eles dizem que a Rússia está se aproximando às fronteiras da aliança, mas o que realmente está acontecendo é a aproximação da OTAN às nossas fronteiras", — disse Antonov, em entrevista à RT.

Ele também lamentou que todos os resultados da cooperação militar e do combate ao terrorismo, atingidos pelos dois lados com tantos esforços, sejam simplesmente esquecidos pelas autoridades da aliança e jogados na lixeira."

"Às vezes, quando estou lendo as declarações dos chefes da Organização do Tratado do Atlântico Norte, eu acho que nós voltamos de novo a prática de conversa "entre um mais novo um mais velho". Como se a Rússia fosse o aluno e a OTAN – o professor, que chama o aluno ao quadro e começa o repreender por não fazer os deveres de casa, — disse Antonov.

O vice-ministro indicou que o Moscou não é o iniciador da confrontação, porque é o Ocidente que aumenta a sua atividade militar perto das fronteiras da Rússia.

"Quero dizer que nós vemos tudo, reconhecemos e tomamos as medidas técnico-militares adequadas. Mas eu gostaria de assinalar que, qualquer que seja o pretexto, somos contra uma corrida armamentista" — disse o Antonov, acrescentando que a Rússia não é um inimigo da Europa e favorece a normalização das relações com a OTAN.

Em 20 de abril deste ano, em Bruxelas, vai passar a cúpula OTAN-Rússia a nível dos embaixadores. Ao mesmo tempo, o secretário-geral da OTAN Jens Stoltenberg avaliou as chances de reestabelecer o diálogo com Moscou, que está congelado desde o início do conflito na Ucrânia, como baixas.

Os representantes da OTAN falam regularmente sobre alegadas ameaças por parte da Rússia em relação aos membros da aliança e aumentam sua atividade militar na Europa Oriental. Uma atenção especial é dada aos países bálticos e à Ucrânia, onde ultimamente passaram vários exercícios militares com a participação de tropas norte-americanas.

Fonte: Sputnik.

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