Rússia mantém presença militar considerável na Síria

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

21 de abril de 2016.

A Rússia mantém uma "presença militar considerável" na Síria, apesar do anúncio de retirada parcial de tropas, afirmou em Ancara o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg.

"Apesar do anúncio da retirada parcial (de suas tropas), vemos que a Rússia mantém uma presença militar considerável para apoiar o regime de (presidente Bashar Al) Assad na Síria", disse Stoltenberg.

Ele também afirmou que o cessar-fogo se encontra em uma situação "difícil" e é "a melhor base para uma solução pacífica negociada" da crise.

O presidente russo, Vladimir Putin, cujo exército participa nas operações na Síria, anunciou no mês passado a retirada de parte "essencial" das tropas russas, poucos dias depois do início da trégua entre o regime e os rebeldes, mediada por Moscou e Washington, no fim de fevereiro.

Mas as múltiplas violações do cessar-fogo e a terrível situação humanitária do país tiveram um grande impacto nas negociações de paz em Genebra entre o regime e os principais grupos da oposição.

Os representantes da oposição anunciaram que abandonariam a mesa de diálogo caso os sírios continuem morrendo a cada dia nos bombardeios.

Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ao menos 44 civis morreram na terça-feira em bombardeios, ao que parece da aviação síria, contra dois mercados na província de Idleb (noroeste), controlada pela Frente Al-Nosra, o braço sírio da Al-Qaeda, que, como o grupo Estado Islâmico (EI), está excluído da trégua.

Fonte: AFP.

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