Rússia acusa militares da Ucrânia de dispararem contra território russo

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

06 de dezembro de 2016.

Projétil no posto de controle Dolzhansky na fronteira da região de Lugansk da Ucrânia com a Rússia (foto de arquivo)

O Comitê de Investigação russo estabeleceu que dois comandantes do exército ucraniano estiveram envolvidos em ataques de artilharia contra o território russo no terceiro trimestre de 2014.

De acordo com a representante do comitê, Svetlana Petrenko, os dois comandantes são acusados à revelia de assassínio e tentativas de assassínio.

"Na organização dos ataques estão envolvidos o comandante da 72ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, Andrei Grischenko, que agora ocupa o posto de chefe do comando operacional Sul do Exército da Ucrânia, bem como o comandante do 27º regimento de artilharia das Forças Armadas da Ucrânia, coronel Valery Ismailov", disse Petrenko.
 
Os investigadores estabeleceram que os ataques foram levados a cabo por meio de obuses de artilharia autopropulsados e sistemas de lançadores múltiplos de foguetes.
 
"Em certos casos as ações dos militares ucranianos se assemelhavam à tática dos terroristas que, de forma encoberta, realizam ataques contra locais de concentração de pessoas", diz-se no comunicado.
 
Destaca-se que os ataques não podiam ter sido acidentais porque foram bem coordenados. Os locais alvejados eram infraestruturas civis localizadas em território russo.

"As vítimas se encontravam em um local que fica a 1,5 km da fronteira russa", acrescentou Petrenko.
 
Em julho de 2014 na cidade russa de Donetsk, na região de Rostov, explodiram alguns projéteis lançados a partir do território ucraniano. Um deles alvejou uma casa. Uma pessoa morreu, mais duas ficaram feridas. Foram evacuados os residentes de dois povoados que ficavam na zona de alcance da artilharia ucraniana. Segundo as autoridades locais, no território da Rússia explodiram mais de 15 projéteis e outros 5 não explodiram mas ameaçavam a vida das pessoas.
 
Fonte: Sputnik

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