Putin ordena retirada de militares russos da Síria a partir de amanhã

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de março de 2016.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou que o Ministério da Defesa do país inicie a retirada dos militares russos da Síria a partir desta terça-feira (15).

"Considero cumpridos de maneira geral os objetivos definidos para o Ministério da Defesa [da Rússia]. (..) Por isso, ordeno iniciar a retirada da maior parte de nosso contingente militar do território da República Árabe da Síria a partir de amanhã", disse Putin, durante uma reunião nesta segunda-feira (14) com o ministro da Defesa russo Sergei Shoigu e com o chanceler Sergei Lavrov.

​O chefe de Estado russo comunicou sua decisão ao presidente da Síria, Bashar Assad, em conversa telefônica nesta segunda-feira à noite (horário de Moscou), segundo informou o porta-voz presidencial Dmitry Peskov.

De acordo com o comunicado do Kremlin, os dois líderes concordaram que as ações da Força Aérea da Rússia na Síria lhes permitiu "reverter profundamente a situação" em relação à luta contra os terroristas na região, conseguindo "desorganizar a infraestrutura dos militantes e infligir danos fundamentais sobre eles."

Além disso, Putin ordenou que os esforços diplomáticos sejam fortalecidos para que se consiga alcançar um acordo de paz no país árabe.

O presidente também sinalizou que a Rússia iria manter uma pequena presença militar no território sírio: ele não deu um prazo para a conclusão da retirada e disse que forças russas permaneceriam no porto de Tartus e na base aérea de Hmeymim, na província de Latakia.

Moscou lançou sua campanha antiterrorista na Síria em 30 de setembro do ano passado, a pedido de Damasco, de acordo com as normas do direito internacional.

Desde então, a Força Aérea russa vem realizando ataques aéreos contra o Daesh (autodenominado Estado Islâmico) e outros alvos terroristas na região, eliminando equipamentos militares, centros de comunicação, veículos, armas e depósitos de combustível.

Fonte: Sputnik.

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