Pentágono garante que matou 45.000 combatentes do Estado Islâmico em 2 anos

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

11 de agosto de 2016.

O comandante da missão dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria, o tenente-general Sean MacFarland, garantiu nesta quarta-feira que 45.000 combatentes jihadistas morreram em dois anos de operações.

Em entrevista coletiva por videoconferência, MacFarland disse também que é complicado determinar o número de combatentes que o EI tem nesse momento na Síria e no Iraque, mas "o que está claro é que agora não oferecem a resistência de antes".

"O EI pode chegar e pegar as pessoas que encontra pela rua na cidades que controla, dar-lhes alguns (fuzis) Kalashnikov e ordenar que defendam um posto de controle", afirmou MacFarland, que considera que os números totais podem oscilar entre 30.000 e 15.000 milicianos.

Outras estimativas de analistas situam os números de combatentes em níveis muito mais altos, enquanto a inteligência americana situou o número de combatentes em um mínimo de 9.000.

MacFarland apontou que, devido à pressão militar de forças locais apoiadas pelo ar por bombardeios americanos, assim como a ofensiva separadamente da Rússia e das forças fiéis a Damasco, o EI se viu obrigado a pôr "pessoal administrativo nas primeira linha de combate".

O tenente-general mostrou um mapa com o terreno perdido nos últimos 11 meses pelo EI, que vê como forças locais vão se aproximando de suas duas grandes fortificações: Al Raqqa, na Síria, e Mossul, no Iraque.

MacFarland não quis estimar datas da ofensiva para libertar Mossul e reconheceu que as tropas iraquianas ainda não estão preparadas, e também negou que haja considerações políticas para iniciar essa batalha.

Em relação a Al Raqqa, destacou que a prioridade neste momento é tomar o controle completo de Manbij (Síria), onde o EI segue resistindo aos ataques das Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas pelos americanos.

Por fim, o comandante disse que tem certeza que o EI "será eliminado como entidade de governo no Iraque e na Síria", mas reconheceu que, uma vez alcançada essa meta, a ameaça se centrará no terrorismo e na insurgência. 

Fonte: EFE.

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