Obama diz que China não tem direito territorial só por ser maior que vizinhos

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de setembro de 2016.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que a China deve se submeter aos tratados internacionais no que se refere às disputas no Mar da China Meridional, e não "sair por aí mostrando força", segundo uma entrevista exibida neste domingo pela emissora "CNN".

"Se foi assinado um tratado que pede arbitragem internacional por disputas marítimas, só por ser maior que outros países como as Filipinas ou Vietnã (a China) não pode sair por aí mostrando força", disse Obama, que se encontra na cúpula do G20 em Hangzhou.

Obama aconselhou a China a aderir aos tratados internacionais que assinou, como o respeito à arbitragem do tribunal internacional de Haia, que desprezou as reivindicações históricas de Pequim em disputa marítima com as Filipinas.

A China está expandindo pequenas ilhas e recifes no Mar da China Meridional e reivindicando zonas de exclusão frente à oposição de vizinhos como Filipinas, Vietnã e Malásia.

"Nós nos submetemos às normas internacionais não porque temos que fazer isso, mas porque consideramos que é de nosso interesse no longo prazo construir um ordem internacional sólida", garantiu Obama na entrevista.

O líder americano declarou que a "China tem que reconhecer que com mais poder também há mais responsabilidade" e colaborar em comércio, abertura de mercados e cooperação em crise internacionais e mudança climática.

Obama afirmou que "é de se esperar que a China queira (com o aumento de seu peso no cenário global) um assento maior na mesa quando se tratar de relações internacionais", mas que o crescimento do país deve ser "consistente com as normas internacionais".

"A queda da China é ruim para todos. Quando os vimos violando as normas internacionais, seja em algo relacionado ao Mar da China Meridional ou em algumas práticas comerciais, fomos muito firmes e dissemos que haverá consequências", comentou o presidente americano, que em janeiro encerrará o oitavo e último ano no poder. 

Fonte: EFE.

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