Obama apela à OTAN para tomar medidas contra o Daesh, Rússia e Brexit

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

08 de julho de 2016.

Presidente norte-americano Barack Obama antes da sua partida para a cúpula da OTAN na Polônia, EUA, 7 de julho de 2016

O presidente norte-americano Barack Obama declarou que a OTAN precisa de mobilizar a vontade política e tomar medidas concretas para enfrentar desafios como o grupo terrorista Daesh, a Rússia e o Brexit.

"Os atentados inspirados ou organizados pelo Daesh levaram vidas de pessoas inocentes nos países da OTAN, de Orlando a Paris, de Bruxelas a Istambul. Os conflitos em África, até à Síria e o Afeganistão, provocaram vagas de migrantes que buscam asilo na Europa. A agressão russa contra a Ucrânia ameaça a nossa visão de uma Europa unida, livre e pacífica. A votação no Reino Unido a favor da saída da União Europeia coloca questões importantes sobre o futuro da integração europeia", escreveu Obama no seu artigo no jornal The Financial Times.

Obama acrescentou, pouco depois da sua chegada a Varsóvia para participar da cúpula da OTAN, que os países-membros da aliança precisarão de mobilizar a vontade política e assumir obrigações concretas para enfrentar tais desafios.

As relações russo-americanas se deterioram na altura da crise de 2014 e do conflito posterior na Ucrânia entre o governo de Kiev e os partidários da autonomia da parte oriental do país, quando Washington, Bruxelas e os seus aliados acusaram Moscou de interferência neste conflito e introduziram  vários ciclos de sanções.

A Rússia recusou as alegações e, por sua vez, introduziu, em agosto de 2014, um embargo de alimentos provenientes dos Estados que impuseram sanções contra Moscou. O embargo de um ano já foi prolongado.

Fonte: Sputnik.

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