Nova estrutura nuclear descoberta na Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

22 de julho de 2016.

Míssil balístico da Coreia do Norte

Peritos do Instituto de Ciência e Segurança Internacional dos EUA detectaram em imagens de satélite uma estrutura nuclear secreta no território da Coreia do Norte.

Antes não havia nenhuma informação sobre a sua existência, informou a agência Reuters referindo-se ao relatório da organização.

Segundo os pesquisadores, as autoridades da Coreia do Norte podiam ter usado esta estrutura, uma seção da fábrica que produz peças de aviação e está situada a 43 quilómetros do reator em Yonben, perto da base aérea de Penkhen, para a fabricação de centrífugas de enriquecimento de urânio. Provavelmente, Pyongyang usou esta estrutura nas fases iniciais de elaboração do programa nuclear. 

Segundo a agência, desertores norte-coreanos afirmam que o país tem três fábricas de produção de centrífugas, cuja localização não é revelada pelas autoridades do país.
Segundo o relatório do ISIS, um funcionário não especificado informou que Pyongyang dispõe de 200 a 300 centrífugas de enriquecimento de urânio.

As informações completas sobre as estruturas nucleares da Coreia do Norte são necessárias para chegar a um acordo internacional sobre o programa nuclear do país, caso a comunidade internacional faça uma tentativa de resolver essa questão, diz o relatório.

A situação na península coreana se agravou após a realização do quarto teste de armas nucleares na Coreia do Norte em 6 de janeiro e do lançamento do satélite por meio do foguete-portador em 7 de fevereiro que, segundo Seul, pode ser usado para um ataque nuclear à distância de 12 mil quilômetros.

Em 2 de março o Conselho de Segurança da ONU aprovou a resolução que proíbe o fornecimento de combustível para aviação e foguetes e de todas as armas convencionais à Coreia do Norte, além de restrições consideráveis das exportações do carvão, ferro, ouro, titânio e minerais raros do país. Sanções financeiras foram aplicadas em relação aos bancos norte-coreanos. 

Fonte: Sputnik.

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