Moscou se opõe ao reforço de ações militares da OTAN no mar Negro

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de julho de 2016.

Exercícios da OTAN no Mar Negro

Na reunião do Conselho OTAN-Rússia a Rússia advertiu que as ações militares da aliança na região do mar Negro podem ter consequências negativas, informou o representante permanente da Rússia junto à OTAN, Aleksandr Grushko.

"Discutíamos essa questão, falávamos sobre o mar Negro. Dissemos que, na nossa opinião, qualquer reforço das ações militares dos países-membros da OTAN na região do mar Negro desestabiliza a situação e não contribui para a segurança na região", comunicou Grusko aos jornalistas.

Antes, a OTAN e a Ucrânia, numa declaração conjunta após a cúpula da aliança em Varsóvia, expressaram sua preocupação com os planos da Rússia de aumentar a presença militar na região do mar Negro.

Ao mesmo tempo Moscou deixou claro que, em resposta ao reforço do agrupamento naval da OTAN no mar Negro, a Rússia faria o possível por evitar o desequilíbrio de forças na região.

De acordo com a Convenção de Montreux de 1936, a permanência de navios militares das potências que não pertencem à região do mar Negro nas águas deste mar é limitada a 21 dias.

Assim, entre os países da OTAN apenas a Romênia, a Turquia e a Bulgária têm direito à estadia permanente nas águas do mar Negro. Sofia recusou participar da iniciativa, que prevê uma maior presença de forças da aliança, declarando que "não quer guerra na região".

A reunião do Conselho OTAN-Rússia foi realizada em Bruxelas em 13 de julho.

Fonte: Sputnik.

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