Ministros de EUA, Japão e Coreia do Sul debatem medidas mais duras contra Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

19 de setembro de 2016.

Os ministros das Relações Exteriores dos Estados Unidos, do Japão e da Coreia do Sul se reuniram em Nova York no domingo, antevéspera da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), para debater medidas mais rígidas contra a Coreia do Norte e ampliar a colaboração uns com os outros após o quinto e maior teste nuclear realizado por Pyongyang.

A explosão de 9 de setembro foi um desafio a sanções da ONU que já haviam sido intensificadas em março.

A reunião entre o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e os ministros das Relações Exteriores do Japão, Fumio Kishida, e da Coreia do Sul, Yun Byung-se, foi a primeira desde o teste nuclear mais recente. O tema será um dos mais debatidos pelos líderes mundiais na assembleia nesta semana.

Em um comunicado conjunto, os ministros disseram que o desdém dos norte-coreanos por múltiplas resoluções da ONU que proíbem seus programas nuclear e de mísseis requer uma pressão internacional ainda maior.

A Coreia do Norte vem testando armas nucleares e mísseis balísticos em um ritmo inédito sob o comando do líder Kim Jong Un, neste ano.

"Eles discutiram o importante trabalho que está acontecendo atualmente no Conselho de Segurança para sancionar ainda mais a Coreia do Norte e cogitaram outras medidas possíveis por sua conta, em particular maneiras de restringir ainda mais as fontes de renda para os programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, inclusive através de atividades ilícitas", disse o comunicado dos ministros.

"Eles reafirmaram que continuam abertos a conversas críveis e autênticas voltadas à desnuclearização plena e verificável da República Democrática Popular da Coreia", afirmou o texto, referindo-se ao nome oficial do país.

Os EUA disseram estar dispostos a negociar com a Coreia do Norte se a nação se comprometer com a desnuclearização, algo que Pyongyang vem se recusando a fazer.

Fonte: Reuters.

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