Militares dos EUA acusam China e Rússia de planejar ataques espaciais

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

17 de março de 2016.

Em uma nova campanha de reforço do orçamento e propagação de pânico, militares dos EUA alertaram as autoridades do país para a necessidade de impedir possíveis ataques da Rússia e da China contra os satélites norte-americanos em órbita.

Em discurso na Câmara dos Representantes, o general John Hyten, chefe do comando espacial da Força Aérea dos Estados Unidos, disse na última terça-feira que os adversários dos EUA estão desenvolvendo uma série de ferramentas para degradar e destruir as capacidades espaciais norte-americanas.

"Eles entendem nossa dependência no espaço, e eles entendem a vantagem competitiva que deriva do espaço. A necessidade de vigilância nunca foi maior", afirmou. 

Hyten tem feito campanha por um novo projeto para a Força Aérea, com o objetivo de proteger os bens americanos no espaço contra uma possível "agressão estrangeira". Segundo ele, os satélites do sistema de posicionamento global dos EUA são muito vulneráveis. 

Também presente na reunião no congresso, o tenente-general David Buck, comandante do Componente Funcional Conjunto para o Espaço, destacou que "não há um único aspecto da arquitetura espacial" dos Estados Unidos, "incluindo a arquitetura em solo, que não esteja em risco". 

"A Rússia vê a dependência dos EUA no espaço como uma vulnerabilidade que pode ser explorada, e eles (os russos) estão adotando ações deliberadas para fortalecer suas capacidades contraespaciais".  

Ainda de acordo com Buck, a China, por sua vez, também representa uma preocupação, uma vez que Pequim estaria desenvolvendo várias tecnologias capazes de desativar ou destruir satélites em órbita e dispositivos de comunicação baseados na Terra. 

"Além disso, eles continuam a modernizar seus programas espaciais para apoiar (operações de) rastreamento quase que em tempo real dos objetos, comando e controle das forças destacadas e de ataques de precisão de longo alcance". 

Fonte: Sputnik.

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