Milícia iraquiana revela tecnologia do EI para produzir armas químicas

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

10 de março de 2016.

A Sputnik conseguiu obter mais um vídeo exclusivo que mostra um outro armazém de armas químicas que o Daesh usou nos seus ataques contra as forças de segurança iraquianas e os civis.

O vídeo mostra o oficial do Quinto regimento da milícia popular que indica os tanques com uma substância que ele descreve como “extremamente perigosa” para a saúde humana. O armazém também guarda o equipamento que os terroristas usaram para produzir armas químicas.

“É a assim chamada batedeira. <…> Aqui eles deitaram a substância química com matérias-primas secundárias para carregar minas e foguetes que depois foram lançados contra forças de segurança e os civis”, disse o oficial.

Além de tanques com a substância, que provoca fortes queimaduras na pele, vinyltrichlorosilane, o Quinto regimento encontrou tanques com uma substância química usada na construção Polybond.SBR. A última foi misturada com o vinyltrichlorosilane para produzir armas químicas.

Segundo as informações obtidas pela Sputnik, este armazém foi descoberto não longe do precedente na zona industrial. Mais antes, este edifício pertencia a uma família de refugiados, mas os militantes do Daesh transformaram-no em um armazém de armas químicas.

“A milícia descobriu este armazém na zona industrial da cidade de Ramadi durante o processo de desativar minas nas casas que o Daesh, minou depois da sua derrota perante as forças do Exército iraquiano e milícia popular”, disse a fonte.

Mais cedo, a milícia popular descobriu na província iraquiana de Anbar dois armazéns com vinyltrichlorosilane pertencentes ao Daesh antes da sua derrota e retirada da cidade de Ramadi.

Em 11 de fevereiro os terroristas do Daesh usaram vinyltrichlorosilane contra as unidades militarizadas curdas peshmerga, perto da cidade iraquiana de Sinjar. No resultado, 23 sofreram de afogamento e queimaduras na pele. Todos os feridos foram levados para o hospital na cidade de Dohuk no Curdistão iraquiano.

Fonte: Sputnik.

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