Mídia: EUA suspeitam que Rússia tenha instalado mísseis na Síria contra forças americanas

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

04 de outubro de 2016.

 

Os EUA pensam que a Rússia instalou na Síria os novíssimos sistemas de defesa antiaérea S-300VM (na terminologia da OTAN – AS-23 Gladiator) para serem utilizados contra as forças norte-americanas, informou o canal televisivo norte-americano Fox News citando fontes anônimas norte-americanas.

Tais sistemas são capazes de interceptar aviões e mísseis de cruzeiro, armas que na região só os EUA possuem, explicou o canal. Segundo as fontes citadas pelo Fox News, os elementos dos S-300 encontram-se na base russa de Tartus na Síria. Os componentes dos sistemas ainda não estão implantados, disse um representante da inteligência norte-americana citado pelo canal.

Respondendo à questão contra quem estes sistemas poderão ser utilizados, os representantes, norte-americanos disseram, de forma sarcástica, que os grupos terroristas na Síria não possuem nem aviões, nem mísseis de cruzeiro. No passado os EUA não excluíram a hipótese de levar a cabo ações militares contra Damasco.

No contexto do fim da cooperação entre Washington e Moscou na Síria a mídia norte-americana divulgou informações segundo as quais, entre as variantes estudadas pela administração norte-americana, estão possíveis ataques contra instalações militares do Exército sírio.

Na segunda-feira (3), o representante do Departamento de Estado norte-americano, John Kirby, disse que os EUA puseram fim à cooperação bilateral com a Rússia sobre o cessar-fogo na Síria, ficando só canais militares para evitar incidentes aéreos.

A chancelaria russa comunicou que a declaração norte-americana é uma desilusão e apelou aos EUA para avaliar mais uma vez a situação na Síria. Se a Síria for alvo de novos ataques terroristas, a culpa será dos EUA, disse a chancelaria russa. O Ministério das Relações Exteriores russo acrescentou também que os EUA não conseguiram cumprir as suas responsabilidades principais na regularização síria, tentando acusar a Rússia das suas próprias falhas.

Fonte: Sputnik.

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