McCain: EUA de Donald Trump seguirá comprometido com a OTAN

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

28 de dezembro de 2016.

O senador republicano John McCain disse que a relação entre os Estados Unidos e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) permanecerá da mesma maneira que tem sido após a mudança de gestão presidencial.
 
As declarações do parlamentar, proferidas nesta terça-feira, são uma resposta ao suspense criado pelo presidente eleito Donald Trump, que expressou diversas vezes sua intenção de adotar uma nova postura diante da OTAN, cobrando mais dos outros membros e reduzindo os gastos dos EUA com a aliança.

De acordo com o Washington Examiner, McCain, que está em visita à Estônia junto com o senador Lindsey Graham, aproveitou a ocasião para reforçar o discurso antirrusso dos EUA e do bloco militar ocidental, outra postura que Trump questionou durante o seu período de campanha eleitoral. Mantendo a lógica da administração Obama, o político prometeu dar uma dura resposta à Rússia se Moscou tentar interferir nos países bálticos.
 
Em julho deste ano, durante a cúpula realizada em Varsóvia, na Polônia, os membros da OTAN decidiram fortalecer seus aparatos militares na Europa Oriental e no Báltico, alegando estarem se defendendo contra uma possível agressão russa.
 
Para o Kremlin, a única agressão existente é a que vem sendo cometida pelo Ocidente, que insiste em colocar mais armamentos e tropas em zonas cada vez mais próximas às fronteiras da Rússia, medida que viola os próprios compromissos de não expansão da OTAN, contribuindo para desestabilizar a região e o resto do mundo.

Segundo a agenda dos senadores, McCain e Graham devem visitar a Letônia na próxima quarta-feira e, no dia seguinte, a Lituânia.
 
Fonte: Sputnik

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