Marinha russa atacará posições jihadistas em Aleppo a partir do Mediterrâneo

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

09 de novembro de 2016.

A Marinha da Rússia vai lançar em breve um ataque com mísseis contra as posições jihadistas na cidade de Aleppo, na Síria, a partir das águas do Mediterrâneo oriental, informaram nesta terça-feira fontes militares russas.

"A aviação a bordo do porta-aviões 'Almirante Kuznetsov' e dos outros navios da Marinha equipados com armamento de precisão se dispõe a lançar nas próximas horas ataques contra os jihadistas nos arredores de Aleppo", afirmou uma fonte à agência de notícias "Interfax".

O 'Almirante Kuznetsov' transporta caças Mig-29, que poderiam ser utilizados para bombardear as posições da Frente da Conquista de Levante (antiga Frente al Nusra) em Aleppo.

Além disso, também chegou ao Mediterrâneo oriental o cruzeiro nuclear "Pedro, o Grande", o maior de sua classe no mundo.

Autoridades de Grécia e Chipre informaram oficialmente que as Forças Armadas russas devem realizar em breve manobras perto da ilha grega de Rodas e nas águas compreendidas entre Chipre e o litoral sírio.

A Marinha russa atacou posições jihadistas na Síria a partir do mar Cáspio com mísseis de longo alcance Kalibr, mas nenhum dos navios que está agora no Mediterrâneo oriental está equipado com esse armamento.

A embarcação que dispõe de Kalibr em seu armamento é a fragata "Almirante Grigorovich", que supostamente também teria chegado à região proveniente do porto de Sebastopol, a base da Frota russa do Mar Negro, mas isto não foi confirmado oficialmente.

Outra possibilidade, segundo o portal informativo "Gazeta", seria que esses mísseis fossem lançados por submarinos, o que já foi antecipado há uma semana pela imprensa britânica, ou pelos bombardeiros estratégicos Tu-95 e Tu-160.

O presidente russo, Vladimir Putin, rejeitou na semana passada o pedido das Forças Armadas para retomar os bombardeios da aviação contra as posições jihadistas em Aleppo, para dar uma nova oportunidade à retirada de civis e combatentes.

Porém, Putin alertou que, "em caso de extrema necessidade", a Rússia "se reserva o direito de utilizar toda a força e todos os recursos a seu alcance para ajudar o Exército sírio".

Fonte: EFE

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