Japão tacha de "inaceitável" declaração norte-coreana sobre armas nucleares

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

04 de março de 2016.

 

O governo do Japão tachou nesta sexta-feira de "inaceitável" a declaração realizada pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un, na qual este ordenou seu exército a estar preparado para usar armamento nuclear "a qualquer momento".

Essa foi a reação do governo japonês à nova exibição de força de Pyongyang, um dia depois que a Coreia do Norte realizou um lançamento de mísseis de curto alcance em direção ao Mar do Japão após a decisão de quarta-feira do Conselho de Segurança da ONU de impor novas e mais duras sanções contra o país asiático.

"O Japão não pode aceitar de nenhuma maneira o desenvolvimento do programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte", afirmou o ministro das Relações Exteriores Fumio Kishida, ao ser perguntado pela imprensa japonesa sobre a declaração de Kim Jong-un.

O governo japonês "continuará trabalhando em coordenação com a comunidade internacional para pressionar a Coreia do Norte e conseguir que esta respeite plenamente as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas", afirmou Kishida em declarações citadas pela agência local "Kyodo".

O líder norte-coreano apelou hoje para "a necessidade de desdobrar as ogivas nucleares para a defesa nacional, e de tê-las sempre preparadas para que possam ser disparadas a qualquer momento", segundo publicou a agência norte-coreana "KCNA".

Ontem, a Coreia do Norte disparou da cidade de Wonsan, no sudeste do país, seis mísseis que percorreram uma distância de entre 100 e 150 quilômetros e que caíram no Mar do Leste (Mar do Japão), segundo informou o Ministério da Defesa sul-coreano.

Este novo teste militar é visto como uma resposta à resolução 2270, aprovada na quarta-feira pelos 15 integrantes do Conselho de Segurança pelos testes nuclear e de mísseis realizados por Pyongyang em janeiro e fevereiro, respectivamente, e que aplica novas e mais rígidas sanções contra o regime comunista. 

Fonte: EFE.

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