Japão afirma que lançamento de míssil norte-coreano vulnera resoluções da ONU

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de abril de 2017. 

 

O Governo do Japão condenou nesta quarta-feira (data local) o novo lançamento de um míssil balístico da Coreia do Norte em direção ao Mar do Leste (Mar do Japão), um teste que qualificou de "clara violação das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas".

O ministro porta-voz do Executivo, Yoshihide Suga, afirmou que o míssil disparado hoje por volta de 6h40 (horário de Seul, 18h40 de terça-feira em Brasília) caiu fora da zona econômica exclusiva das águas territoriais japonesas, e destacou que o lançamento é "extremamente problemático para a segurança aérea e marítima".

O míssil balístico foi lançado de Sinpo, na província norte-coreana de Hamgyong do Sul, em direção ao Mar do Leste, e percorreu 60 quilômetros, segundo o exército sul-coreano.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, deu instruções para que se compile mais informação sobre o novo teste armamentista do regime norte-coreano e ordenou às forças de autodefesa (exército) para "preparar-se perante qualquer eventualidade", acrescentou o porta-voz do Executivo.

Seul, por sua vez, detalhou que o lançamento foi realizado da terra e não do mar, descartando a possibilidade que seja um míssil balístico lançado de um submarino, que habitualmente Pyongyang testa em Sinpo, onde se encontra seu principal centro de desenvolvimento para estes projéteis.

Este último lançamento acontece no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe na Flórida seu homólogo chinês, Xi Jinping, em um encontro que terá a Coreia do Norte como assunto principal.

O regime liderado por Kim Jong-un já lançou no último dia 6 de março quatro projéteis balísticos de médio alcance, três dos quais caíram nas águas da Zona Econômica Especial (EEZ) do Japão, a apenas 200 quilômetros das costas do arquipélago, e há duas semanas realizou outro teste de mísseis aparentemente fracassado.

Fonte: EFE

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