Irã responderá sanções dos EUA com impulso em programa de mísseis

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

27 de março de 2016.

 

O Irã anunciou que responderá às sanções impostas pelos Estados Unidos por seu programa de mísseis balísticos com um "aumento ainda maior" de seu "poderio" neste campo, segundo o ministro das Relações Exteriores da República Islâmica, Mohamad Javad Zarif.

"Responderemos às recentes medidas dos EUA contra nosso programa de mísseis aumentando ainda mais nosso poderio de mísseis. Não temos limitações de nenhum tipo para isso, já que esse programa não tem nada a ver com armas nucleares", disse o ministro em declarações veiculadas neste sábado pela emissora de televisão iraniana "PressTV".

No último dia 24, o governo americano anunciou a imposição de sanções econômicas contra duas entidades iranianas por apoio ao programa de mísseis balísticos de Teerã.

As sanções foram introduzidas depois que o Irã realizou testes com mísseis balísticos de longo alcance no início de março, um exercício que os EUA alegaram que viola resoluções das Nações Unidas.

Em virtude dessas resoluções, o Irã está proibido de desenvolver armas que possam transportar ogivas nucleares, como os mísseis balísticos.

No entanto, Teerã assegura que suas armas não foram projetadas com esse fim, e que só quer aumentar o poder dissuasório e defensivo do país.

As novas sanções e as discussões sobre o programa de mísseis iraniano estão fora do acordo assinado entre a República Islâmica e as potências do Grupo 5+1 (EUA, França, Rússia, China, Reino Unido mais Alemanha), que pôs fim às disputas sobre o programa nuclear iraniano e eliminou as sanções internacionais que pesavam sobre a economia da República Islâmica.

Zarif também comentou que os EUA têm obrigações a cumprir no acordo, denominado Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, sigla em inglês), independentemente do que pensam alguns candidatos presidenciais americanos.

"A administração dos EUA deve cumprir com suas obrigações na prática, não importa quem esteja no governo. Alguns candidatos presidenciais, sob a influência dos sionistas, fazem comentários contra o Irã que não devem ser considerados", acrescentou. 

Fonte: EFE.

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