G7 pede que Coreia do Norte evite "novas ações provocadoras"

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

27 de maio de 2016.

Os líderes do G7 pediram nesta sexta-feira à Coreia do Norte que "não realize mais ações provocadoras e desestabilizadoras", e também expressaram sua preocupação pela situação dos direitos humanos no país asiático.

O G7 condenou "com a maior firmeza" o teste nuclear realizado por Pyongyang em janeiro e os lançamentos posteriores com tecnologia de mísseis balísticos, e reiterou que essas ações "supõem uma grave ameaça para a paz e segurança internacionais", em uma declaração adotada ao término da cúpula de Ise-Shima, no Japão.

O G7 apelou à "aplicação plena" das últimas sanções contra a Coreia do Norte adotadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, e pediram a esse país que "resolva as preocupações da comunidade internacional".

No trecho de política de segurança e de relações exteriores de sua declaração conjunta, o G7 também expressou sua "preocupação" sobre a situação no Mar da China Meridional e no Mar da China Oriental.

A declaração enfatiza a importância de uma "resolução pacífica das disputas", assim como o "fortalecimento da segurança marítima através da cooperação regional e internacional".

O texto também destaca a importância de evitar "ações unilaterais que possam aumentar as tensões e o uso da força ou da coerção para resolver disputas, recorrendo a meios pacíficos em seu lugar, como os procedimentos judiciais e de arbitragem".

Este ponto foi aprovado no contexto da pujança militar da China em suas águas próximas, segundo fontes diplomáticas, mas o documento final não incluiu nenhuma menção concreta ao país asiático, nem a seus movimentos na região, como a construção de ilhas artificiais e de plataformas de mísseis.

Além disso, o texto reforça a posição do G7 diante do conflito na Ucrânia, e afirma que este "só pode ser resolvido por vias diplomáticas e respeitando a legislação internacional".

O G7 reiterou sua "condenação da anexação ilegal da península da Crimeia por parte da Rússia", e ressaltou "sua política de não reconhecimento e de sanções contra as partes implicadas".

Nessa mesma linha, os líderes do G7 expressaram sua "preocupação pela contínua violência (na Crimeia) que viola o cessar-fogo", e pediram a todas as partes "ações concretas que levem à total aplicação do Acordo de Minsk".

O G7, que antes se chamava G8 e excluiu a Rússia por causa do conflito originado pela anexação da Crimeia em março de 2014, também insistiu que a duração das sanções adotadas contra esse país "dependerá da aplicação total do Acordo de Minsk e do respeito à soberania da Ucrânia". 

Fonte: EFE.

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