'Futuro da Síria depende da Rússia'

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

15 de março de 2016.

O povo sírio ficou surpreendido ao saber que a Rússia iria retirar a maior parte do seu grupo aéreo da Síria. Entretanto, os sírios continuam acreditando na Rússia porque futuro da Síria depende de suas decisões, disse Ali al-Ahmad, cientista político sírio.

“O povo sírio depositou e ainda deposita as suas grandes esperanças na parte russa e concretamente no presidente Vladimir Putin. A decisão de ontem, com certeza, foi uma surpresa. É impossível dizer que este assunto não preocupa o povo sírio, pelo contrário, preocupa muito. As pessoas querem saber porque foi tomada esta decisão tendo em conta que lutamos contra o terrorismo em conjunto. O futuro do povo sírio e da Síria depende muito de tais decisões”, afirmou o destacado cientista político sírio, Ali al-Ahmad, em entrevista à RIA Novosti.

O especialista pensa que a retirada da Força Aeroespacial russa da Síria pode ser um sinal para todas as partes das negociações em Genebra de que a solução política da crise síria é possível.

“Isso devem entender os EUA e aqui, na região, a Turquia e a Arábia Saudita. Por isso, não penso que haja um lado negativo nesta decisão. Pomos sempre a nossa esperança na parte russa e sabemos que podemos continuar contando com a Rússia. A Rússia não tomará tais decisões somente por causa da Síria, mas também nos interesses da sua segurança, e não abandonará a Síria. Porque a segurança nacional da própria Rússia depende da situação na Síria”, disse o especialista.

Na opinião de al-Ahmad, todas as partes do conflito sírio sabem que a Rússia não deixou a região do Oriente Médio e que os países ocidentais “sentiram a força da Rússia na Síria” e agora irão “agir de forma mais cautelosa na região”.

Na segunda-feira (14), o presidente russo Vladimir Putin ordenou ao ministro da Defesa da Rússia começar desde esta terça-feira (15) o processo de retirada, porque todos os objetivos da aviação russa na Síria já foram atingidos. Acrescentou também que o ponto de abastecimento da Rússia em Tartus e a base aérea de Hmeymim irão operar de mesmo modo.

Fonte: Sputnik.

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