Forças dos EUA atingem mais alto estado de prontidão no Golfo Pérsico, mas por quê?

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

08 de fevereiro de 2017.

 

As forças dos EUA no Golfo Pérsico "estão em alto estado de prontidão", preocupando-se com agilidade técnica e pessoal em meio às crescentes tensões com Irã, comunicou à Sputnik Internacional o Departamento de Defesa norte-americano.

Na semana passada, o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Michael Flynn, informou que os EUA estão atentamente acompanhando as atividades do Irã, após a realização de teste de míssil balístico por Teerã no dia 29 de janeiro. 

"Prontidão é um conceito mal compreendido", communciou à Sputnik Internacional o Departamento da Defesa dos EUA. "Por exemplo, os navios despreparados da Marinha estão sendo concertados ou modernizados, ou estão sendo realizadas mudanças estruturais do pessoal", afirma o comunicado. 

Sempre há uma porcentagem das forças dos EUA que não ficam em estado de "prontidão", acrescentou Michael Flynn.

Mais anteriormente, o vice-chefe de operações navais, o almirante Wiliam Moran, dividiu em uma audiência no Congresso sua preocupação quanto ao despreparo da Marinha dos EUA evidenciado, segundo ele, na lentidão da mesma, nos danos desnecessários ao equipamento e no treinamento de péssima qualidade dos operadores. Segundo Morgan, a Marinha norte-americana não conseguirá servir o país de forma satisfatória devido à falta de modernização.

Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os recentes testes de mísseis do Irã violam o Plano de Ação Conjunto Global, no âmbito do qual, Teerã se comprometeu a interromper o desenvolvimento de armas nucleares, recebendo em troca a suavização das sanções. 

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