Filipinas alarmadas com possibilidade de a China invadir uma ilha no mar do Sul da China

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de setembro de 2016.

As Filipinas exigiram que o embaixador da China explicasse a presença de um "número crescente" de navios militares chineses perto da ilha disputada Scarborough Shoal no mar do Sul da China.

A ilha Scarborough Shoal é alvo de disputas territoriais entre a China e as Filipinas.

Anteriormente, a administração do presidente norte-americano Barack Obama emitiu uma declaração advertindo que caso a China apresente suas reclamações a Scarborough Shoal ou cruze a assim chamada "linha vermelha", tais ações causarão graves consequências para o país.

No domingo passado (04) as Filipinas se mostraram alarmadas depois de um navio de patrulha do país ter detectado um número maior de navios chineses se comparado à quantidade de embarcações que a China mantinha desde que assumiu controle da ilha Scarborough Shoal, anunciou o ministro da Defesa das Filipinas, Delfin Lorenzana.

"Quatro navios de patrulha chineses e mais seis navios, incluindo lanchas azuis, foram vistos em torno da ilha Scarborough Shoal", informou Lorenzana aos jornalistas.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, requereu que a China observasse a decisão do Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia, ressaltando que esse tema não seria abordado por ele na cúpula do G20. 

Duterte avisou que caso a China invada a ilha, as Filipinas e os EUA se envolverão num conflito sangrento contra a China para defender a soberania filipina.

Se as Filipinas entrarem em conflito armado contra a China, os EUA estarão envolvidos também, pois os dois países possuem um tratado bilateral assinado por eles há seis décadas.

Ao mesmo tempo Lorenzana deixou claro que "caso a China decida construir alguma coisa na ilha Scarborough Shoal, isso causará impacto negativo na segurança".

Enquanto isso, os EUA continuam monitorando a atual situação, advertindo ambas as partes a se absterem de passos bruscos e a tomarem medidas práticas com objetivo de diminuir tensões.

Em 12 de julho, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia concluiu que não há base legal para que a China reivindique seus direitos históricos na zona econômica exclusiva na área das ilhas Nansha (Spratly). O tribunal também acusou a China de violar a soberania das Filipinas.

Fonte: Sputnik.

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