Explosão de carro-bomba na capital da Turquia deixa 28 mortos

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

18 de fevereiro de 2016.

Vinte e oito pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas na capital da Turquia, Ancara, nesta quarta-feira, quando um carro com explosivos foi detonado perto de ônibus militares, que estavam próximos à sede das Forças Armadas, ao Parlamento e a outros edifícios governamentais.

O Exército turco condenou o que descreveu como um ataque terrorista aos ônibus, que esperavam nos semáforos no centro administrativo da cidade.

O vice-primeiro-ministro e porta-voz do governo Numan Kurtulmus disse que 28 pessoas foram mortas e 61 ficaram feridas na explosão, que ocorreu perto de um cruzamento movimentado a menos de 500 metros do Parlamento durante a hora do rush.

O ministro da Justiça turco, Bekir Bozdag, afirmou no Twitter que o ataque foi um ato de terrorismo. O primeiro-ministro Ahmet Davutoglu, que iria a Bruxelas ainda na quarta-feira, cancelou a viagem, segundo um funcionário de seu gabinete. Já o presidente Tayyip Erdogan adiou uma visita ao Azerbaijão.

Uma fonte sênior de segurança da Turquia disse que sinais iniciais indicaram que militantes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foram responsáveis pela explosão. Outras fontes de segurança no sudeste de maioria curda, no entanto, disseram acreditar que os militantes do Estado Islâmico podem estar por trás do ataque.

Não houve reivindicação imediata de responsabilidade.

"Eu ouvi uma enorme explosão. Havia fumaça e um cheiro muito forte, mesmo estando a quarteirões de distância", disse uma testemunha da Reuters.

A explosão ocorre depois de um ataque também em Ancara, em outubro, realizado pelo Estado Islâmico, quando dois homens-bomba atingiram um comício de ativistas sindicais e pró-curdos do lado de fora da principal estação ferroviária da capital, matando mais de 100 pessoas.

Militantes curdos, esquerdistas radicais e radicais islâmicos realizaram atentados na Turquia nos últimos anos.

Fonte: Reuters.

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