Exército ucraniano sofre piores perdas desde o início do ano

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

25 de maio de 2016.

O exército ucraniano sofreu suas piores perdas desde o início do ano com a morte, no leste do país, de sete soldados, anunciaram nesta terça-feira as autoridades de Kiev, enquanto não eram registrados avanços claros no processo de paz.

"Sete soldados ucranianos morreram e nove ficaram feridos nas últimas 24 horas", indicou em um comunicado o Conselho de Segurança Nacional e de Defesa ucraniano.

Olexandr Turchínov, secretário do Conselho, acusou os rebeldes de disparar com armamento pesado, violando os acordos de paz de Minsk. No entanto, não divulgou detalhes sobre as circunstâncias da morte dos sete soldados ucranianos.

O porta-voz do Conselho, Oleksandr Motuzianyk, disse, por sua vez, que se tratavam de ataques separados ao longo da linha de frente.

"O inimigo aumentou ainda mais o número de disparos contra as posições ucranianas. Ao longo de toda a linha de frente, o inimigo fez uso de morteiros de calibre 82 e 120 milímetros", disse durante uma coletiva de imprensa.

O anúncio deste balanço é feito um dia após uma conversa por telefone entre os presidentes francês, ucraniano, russo e a chanceler alemã.

Os quatro líderes lembraram sua "adesão aos acordos de Minsk", que preveem um cessar-fogo entre militares ucranianos e separatistas pró-russos e sua "determinação em fazer todo o possível para que seja aplicado em sua integralidade o mais rápido possível", disse na segunda-feira o Palácio do Eliseu em um comunicado divulgado em Paris. 

Segundo a presidência ucraniana, também foi mencionada a possível mobilização de uma missão armada da Organização pela Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) no leste da Ucrânia, com o objetivo de controlar o respeito ao cessar-fogo.

A Ucrânia é alvo há dois anos de um conflito entre seu exército e separatistas pró-russos, apoiados militarmente pela Rússia, segundo Kiev e os ocidentais. O conflito deixou mais de 9.300 mortos e de 1,5 milhão de deslocados desde seu início, em 2014.

Fonte: AFP.

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