Exército sírio abre novo front contra Estado Islâmico e se aproxima de província ocupada

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

03 de junho de 2016.

O Exército da Síria, auxiliado por ataques aéreos da Rússia, avançou em uma nova ofensiva rumo a Raqqa, província ocupada pelo Estado Islâmico, aproximando-se de uma região onde milícias apoiadas pelos Estados Unidos também vêm atacando o grupo jihadista, relatou um grupo que monitora a guerra.

Bombardeios russos pesados atingiram nesta sexta-feira territórios dominados pelo Estado Islâmico em áreas do leste da província de Hama, perto da fronteira com Raqqa, onde o Exército havia avançado cerca de 12 quilômetros, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

As milícias apoiadas pelos EUA, incluindo as Unidades de Proteção Popular (YPG), estão pressionando por um ataque separado e de várias frentes contra o grupo sunita radical em Raqqa e na província vizinha de Aleppo, onde os combates se intensificaram nesta semana devido a uma ofensiva rumo à cidade de Manbij, próxima da fronteira com a Turquia.

Um jornal libanês pró-Damasco afirmou que o Exército sírio está entrando na "corrida por Raqqa" com sua nova ação.

Mas uma fonte militar síria disse que os relatos de um ataque visando Raqqa são "expectativas", e que tanto Raqqa quanto Deir al-Zor, também nas mãos de insurgentes do Estado Islâmico, são alvos possíveis das operações do Exército.

Na quinta-feira o Exército realizou uma nova operação apoiada por ataques aéreos russos na área de Athriya, no leste de Hama, e perto da fronteira com Raqqa. A mídia estatal relatou que o Exército obteve ganhos territoriais e infligiu baixas pesadas.

"Há um progresso em duas frentes a partir de Athriya, mas a direção a seguir ainda não foi decidida", disse a fonte militar.

A cidade de Raqqa é a capital de fato do Estado Islâmico e vem sendo uma grande base de operações para o grupo.

A fonte militar síria disse que o Exército está concentrado nas áreas do leste e do norte das províncias de Homs e Hama "em direção a aglomerações do Daesh (termo árabe para o Estado Islâmico)".

Fonte: Reuters.

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