Exército chinês ameaça EUA com armas

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

22 de julho de 2016.

In this undated photo released by Xinhua News Agency, a Chinese H-6K bomber patrols the islands and reefs in the South China Sea.

A televisão estatal chinesa divulgou imagens de novas armas do exército para o combate naval e aéreo, no que poderá ser considerado um aviso para os Estados Unidos após a recente decisão de arbitragem sobre o Mar do Sul da China.

Os EUA têm aumentado sua presença militar neste mar e pedido a Pequim que respeite a decisão do tribunal que rejeitou suas reivindicações territoriais.

A televisão estatal chinesa mostrou tropas e armas do Comando do Sul, responsável pela região do Mar do Sul da China, durante a visita de oficiais superiores, incluindo o general Fan Changlong, vice-presidente da Comissão Militar Central, e o general Ma Xiaotian, o comandante da Força Aérea, informou nesta sexta (22) o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

O general Fan Chanlong pediu aos soldados para estarem preparados para qualquer contingência. 

"As patrulhas do mar e do espaço aéreo devem ser organizadas para lidar com todos os tipos de emergência e garantir a segurança do mar e da fronteira", afirmou ele.

As armas, mostradas pela televisão, são defensivas, de curto ou médio alcance (até 1.500 quilômetros), confirmaram analistas, o que pode ser considerado como um elemento de advertência para os Estados Unidos.

As tropas também estavam carregando mísseis DF-16 de alcance até 1.000 quilômetros, o que é suficiente para atingir bases dos EUA em Okinawa. Estes mísseis foram apresentados para o público durante a última parada militar em Pequim dedicada ao fim da Segunda Guerra Mundial.

Nas imagens também foram mostrados bombardeiros H-6K e caças destinados à patrulha da região.

Em 12 de julho, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia determinou que Pequim não tem "direitos históricos" sobre os territórios em disputa no Mar do Sul da China. As autoridades chinesas, no entanto, rejeitam a jurisdição de Haia para resolver a questão, e anunciaram que vão ignorar a decisão do tribunal.

Vários países, incluindo a China, o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm desacordos sobre as fronteiras marítimas e zonas de influência no mar do Sul da China e mar da China Oriental. A China acredita que alguns deles, como as Filipinas e o Vietnã, aproveitando o apoio dos EUA, escalam a tensão na região. Em janeiro de 2013, as Filipinas contestaram unilateralmente as reclamações da China em relação a uma série de territórios no Mar da China do Sul no Tribunal Internacional do Direito do Mar, mas Pequim se recusou oficialmente a abordar essas questões no âmbito jurídico internacional.

Fonte: Sputnik.

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