EUA rejeitou discussões sobre paz com a Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

22 de fevereiro de 2016.

Os Estados Unidos rejeitaram a proposta norte-coreana de discutir um tratado de paz que pode um fim formal à Guerra da Coreia porque não houve menção ao fim das armas nucleares na península, informou neste domingo (21) o Departamento de Estado americano.

O porta-voz John Kirby divulgou o comentário em resposta a informações publicadas pelo jornal The Wall Street Journal de que a Casa Branca teria concordado secretamente em abrir discussões sobre o processo de paz antes de Pyongyang testar mais uma vez uma bomba nuclear, em janeiro deste ano.

O jornal, citando oficiais americanos que acompanham o tema, afirmou que a administração de Barack Obama teria deixado de lado sua condição de que a Coreia do Norte reduza seu arsenal nuclear antes que se inicie qualquer discussão sobre um tratado de paz. Em vez disso, teria proposto que o programa nuclear norte-coreano fosse parte das discussões.

Pyongyang teria rejeitado a proposta e seu teste nuclear no último dia 6 de janeiro teria encerrado os planos diplomáticos, afirmou o jornal.

"Para ser claro, foi a Coreia do Norte que propôs a discussão de um tratado de paz", afirmou Kirby em um e-mail. "Nós consideramos cuidadosamente a proposta, e deixamos claro que a que o programa nuclear teria que fazer parte de qualquer discussão. A Coreia do Norte rejeitou nossa resposta".

O país asiático busca há muito tempo um tratado de paz com os Estados Unidos para a guerra da Coreia de 1950-53, assim como pede que o governo americano encerre os exercícios militares feitos em conjunto com a Coreia do Sul.

No dia 6 de janeiro, o governo norte-coreano anunciou que havia testado um artefato nuclear que afirma ser uma bomba de hidrogênio, provocando a condenação de seus vizinhos e dos Estados Unidos. Algumas semanas depois, o país lançou um foguete de longa distância carregando o que declarou ser um satélite, e recebeu novas críticas.

Fonte: Reuters.

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