EUA planejam ataque cibernético contra a Rússia como represália, diz emissora

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de outubro de 2016.

 

O governo dos Estados Unidos está planejando executar um ataque cibernético "sem precedentes" contra a Rússia, em represália à suposta ingerência do Kremlin nas eleições presidenciais norte-americanas, indicaram nesta sexta-feira fontes dos serviços de inteligência à emissora "NBC".

Funcionários e ex-funcionários com conhecimento direto da situação explicaram que a Agência Nacional de Inteligência (CIA) foi incumbida de apresentar opções à Casa Branca para uma operação "clandestina e de amplo alcance cibernético" contra os russos.

As fontes consultadas pela "NBC" não deram mais detalhes sobre as medidas exatas consideradas pela CIA, mas indicaram que a agência já tinha começado a selecionar alvos e fazer preparativos para a ação.

Ex-funcionários do setor de inteligência do governo acrescentaram que a CIA já teria reunido documentos que poderiam expor o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Na última sexta-feira, o governo de Obama acusou oficialmente a Rússia pelos ataques que culminaram na divulgação de 20 mil e-mails do Comitê Nacional Democrata (DNC) pelo Wikileaks.

"O presidente tem uma série de respostas disponível, e considerará a que seja proporcional. Mas é improvável que a divulgue antes de realizá-la", disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.

O governo norte-americano acredita que apenas funcionários do alto escalão da Rússia podem ter autorizado os cibertaques contra o DNC, indicaram em comunicado conjunto o Departamento de Segurança Nacional e o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, James Clapper.

A candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, acusou a Rússia em julho do ciberataque cometido contra o DNC, que revelou estratégias do comitê para prejudicar o senador Bernie Sanders, rival da ex-secretária de Estado nas primárias do partido.

Na época, Obama tinha considerado como "possível" o fato de a Rússia estar por trás dos vazamentos dos e-mails e disse que o governo estava investigando o incidente antes de tirar as conclusões que foram divulgadas na última sexta-feira. 

Fonte: EFE.

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