EUA, Japão e Coreia do Sul alertam Coreia do Norte sobre "provocações"

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

01 de abril de 2016.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se reuniu com a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, na quinta-feira, e se comprometeu a aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte em reação a seus testes nuclear e de mísseis recentes.

Encontrando-se nos bastidores da Cúpula de Segurança Nuclear em Washington, os três líderes renovaram o compromisso com a segurança de seus respectivos países e alertaram que podem adotar novas medidas para se contrapor às ameaças de Pyongyang.

Obama teve conversas separadas com o presidente da China, Xi Jinping, o mais próximo que os norte-coreanos têm de um aliado, e disse que ambos querem ver a "implementação total" das sanções mais recentes da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o isolado país comunista.

Mas Xi não deu sinal de que a China está preparada para ir além de seu consentimento às medidas impostas pelo Conselho de Segurança da ONU no início de março.

"Estamos unidos em nossos esforços para dissuadir e nos defender das provocações norte-coreanas", afirmou Obama aos repórteres após a reunião EUA-Japão-Coreia do Sul. "Temos que trabalhar juntos para enfrentar este desafio".

As relações entre Park e Abe costumavam ser frias, mas nos últimos meses os dois se aproximaram em virtude das preocupações em comum a respeito de Pyongyang, que realizou um quarto teste com bomba nuclear no dia 6 de janeiro e lançou um foguete de longo alcance em fevereiro.

Os EUA procuraram incentivar uma melhoria nos laços entre a Coreia do Sul e o Japão, seus dois maiores aliados na Ásia, levando em conta os temores não somente a respeito da Coreia do Norte, mas também de uma China cada vez mais assertiva.

As sanções ampliadas da ONU, cuja meta é impedir que Pyongyang tenha acesso a fundos para seus programas nuclear e de mísseis balísticos, foram aprovadas por unanimidade em uma votação do Conselho de Segurança da ONU a respeito de uma resolução elaborada por Washington e Pequim.

Fonte: Reuters.

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