EUA irão considerar "todas as opções" para responder a Pyongyang

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

09 de março de 2017.

 

Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira que estão reavaliando sua política relativa à Coreia do Norte após as últimas provocações de Pyongyang e afirmou que o país irá considerar "todas as opções" para responder.

"Desde estes últimos lançamentos (de mísseis), estamos reavaliando o enfoque dos Estados Unidos. Posso dizer que não descartamos nada e estamos considerando todas as opções sobre a mesa", disse aos jornalistas a embaixadora americana perante a ONU, Nikki Haley.

Haley, no entanto, deu a entender que em Washington não se fala da via do diálogo, dado que considera que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, não é uma pessoa racional e está mostrando uma "arrogância incrivelmente irresponsável".

"Apreço meus colegas que querem falar de diálogo e negociações, mas não estamos tratando com uma pessoa racional", apontou.

Haley se expressou assim depois que a China propôs hoje aos EUA e Coreia do Norte um pacto para conter o recente aumento das tensões, que passaria por uma suspensão dos testes armamentísticos de Pyongyang em troca de Washington e Seul cessarem suas manobras militares, e que buscaria uma volta à mesa de negociações.

Perguntada especificamente sobre essa ideia de diálogo, a embaixadora americana insistiu que seu país não descarta "nada".

Haley compareceu perante os jornalistas junto a seus colegas do Japão e Coreia do Sul após uma reunião a portas fechadas do Conselho de Segurança da ONU, convocada por esses três países em resposta ao último teste com mísseis norte-coreano.

O representante sul-coreano, Cho Tae-yul, rejeitou frontalmente qualquer possível negociação e afirmou que todas as opções possíveis por essa via "se esgotaram".

"A única forma de mudar o comportamento norte-coreano é continuar aumentando a pressão e sanções à Coreia do Norte. Não é momento de falar de diálogo", afirmou.

Tanto o embaixador coreano como Haley defenderam as manobras militares conjuntas que seus países estão realizando na região e o sistema antimísseis THAAD que os Estados Unidos estão começando a instalar em solo sul-coreano.

Fonte: EFE

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