Erdogan classifica atentado de Ancara como tentativa de dividir a Turquia

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de março de 2016.

 

O atentado com carro-bomba que deixou pelo menos 34 mortos na capital da Turquia neste domingo "tem como alvo a integridade do país, a união do povo e a convivência", denunciou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

"Não reduzirá nossa determinação na luta contra o terror, mas nos tornará ainda mais decididos", prometeu o líder em comunicado divulgado no site da presidência turca.

Erdogan não indicou que organização pode estar por trás do ataque, perpetrado nesta tarde perto de um ponto de ônibus da cêntrica praça de Kizilay, em Ancara.

Ao ressaltar que a Turquia foi alvo de ataques nos últimos meses "devido à instabilidade na região", o governante parecia se referir ao Estado Islâmico, suposto responsável pelo atentado suicida que em outubro do ano passado deixou 102 mortos em Ancara.

"As organizações terroristas e seus peões, ao terem perdido a luta contra as forças de segurança, tomaram civis como alvo", disse Erdogan, em aparente referência à luta das organizações marxistas curdas no sudeste do país.

As autoridades anunciaram neste domingo uma suspensão parcial do toque de recolher na cidade curda de Diyarbakir, onde desde dezembro ocorrem combates com membros ou simpatizantes do Partido de Trabalhadores do Curdistão (PKK).

"Soldados, policiais e milicianos, todas as nossas forças de segurança seguirão lutando, arriscando suas vidas, contra as organizações terroristas", concluiu Erdogan, em alusão aos combates no sudeste curdo. 

Fonte: EFE.

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