Duterte dá luz verde aos exercícios militares com a China e a Rússia

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

17 de outubro de 2016.

 

O Presidente filipino pôs fim aos treinos conjuntos com os Estados Unidos na primeira semana de Outubro.

O Presidente das Filipinas está “pronto” para começar exercícios militares com a China e a Rússia. Em entrevista ao canal filipino Phoenix Television, Rodrigo Duterte confirma que a visita à China que começa terça-feira tem como objectivo melhorar as relações bilaterais entre Pequim e Manila.

A primeira semana de Outubro marcou o fim dos treinos conjuntos com os Estados Unidos, o que constituiu um sério golpe à aliança militar entre os dois países. “Já dei tempo suficiente aos americanos para brincarem com os soldados filipinos”, afirma Duterte. O Presidente confirma que pretende fazer acordos militares com Pequim, que passarão, numa primeira fase, pela compra de material militar chinês “em pequena quantidade”, para o combate directo ao terrorismo, avança a AFP.

Os Estados Unidos foram, até à recente eleição de Rodrigo Duterte, um dos grandes aliados militares do arquipélago, que chegou a ser uma colónia americana no início do século XX. As Filipinas são o único país do Sudeste Asiático com o qual os Estados Unidos mantêm um tratado de segurança mútuo, sendo que os americanos eram os principais fornecedores de equipamento militar a Manila até agora.

A eleição de Duterte, no final de Junho, marcou uma mudança de paradigma nas relações diplomáticas com os países asiáticos. Rodrigo Duterte quer resolver de forma diferente do que até aqui as disputas territoriais com a China em relação a ilhas no Mar do Sul da China que Pequim reivindica como suas.

Rodrigo Duterte tem sido uma figura controversa desde o início do seu mandato. Para além dos insultos a várias personalidades e instituição do Ocidente, é criticado pela sua guerra suja ao tráfico de droga nas Filipinas - desde que iniciou a sua presidência, já foram mortos cerca de três mil traficantes ou consumidores.

Fonte: Público.

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