Decretos absurdos do Estado Islâmico chocaram o mundo

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de outubro de 2016.

 

O Comitê Central das Fatwas do Daesh emitiu uma fatwa [decreto islâmico] que proíbe a criação de gatos dentro das casas na cidade de Mossul, no Iraque.

A Sputnik analisa alguns dos decretos anteriores.

O grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países) emitiu dezenas de decretos com base nos seus pontos de vista e ideologia. O Daesh conta com um comitê especial que emite fatwas e do qual fazem parte clérigos influentes e representantes do grupo.

Uns meses atrás, por exemplo, o Daesh publicou o "decreto sobre escravas sexuais" explicando como estuprar mulheres e garotas capturadas e que contém 15 regras especiais.

Mulheres yazidis no campo de refugiados da cidade turca de Diyarbakir dominada pelos curdos, 3 de agosto de 2016.

O documento foi revelado à mídia depois de ter sido encontrado pelas forças especiais dos EUA na Síria.

Os decretos mostram como é a vida sob o controle opressivo do Daesh.

Uma das fatwas proíbe aos homens de vestir calças jeans skinny em Raqqa, na Síria, sob pena de serem presos por 10 dias. Depois de cumprir a pena os culpados têm que passar uma prova no final de sua sentença.

Imagem de militantes do Daesh tirada por um dos prisioneiros.
Outra coisa ridícula é a proibição de fumar nos territórios controlados pelo Daesh – os que fizerem isso podem ficar sem braços.

Há fatwas que não permitem ouvir música no celular e se atrasarem às rezas.

Enquanto fumar, ouvir música ou usar celulares são práticas permitidas no islã, isso faz as leis do Daesh ainda mais absurdas e ridículas.

Outro exemplo: uma pessoa pode usar relógio somente na mão direita. Aqueles que não obedecerem a essa lei sofrerão uma punição severa.

Há muito tempo que o Daesh tem sido conhecido por suas crueldades e violações. Anteriormente a agência da ONU para os refugiados informou que, em 4 de agosto, militantes do Daesh tinham capturado cerca de 3 mil pessoas quando estas tentavam escapar de Havija e seus arredores.

Fonte: Sputnik.

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