Coreia do Sul e EUA realizam exercício naval entre tensões com Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

22 de março de 2016.

 

A Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram nesta terça-feira um exercício naval conjunto de quatro dias em águas sul-coreanas com a participação de um porta-aviões americano de propulsão nuclear, em um momento marcado pela tensão militar com a vizinha Coreia do Norte.

O exercício naval se desenvolverá tanto no Mar Amarelo como no Mar do Leste (Mar do Japão) e contará com a participação de 50 navios de guerra de ambos os países, entre eles o porta-aviões de propulsão nuclear USS John C. Stennis (CVN-74), informou à Agência Efe um porta-voz da marinha americana em Seul.

O porta-aviões de 103 mil toneladas da classe Nimitz possui autonomia ilimitada e tem capacidade para 90 aeronaves.

As forças navais dos aliados realizaram até a sexta-feira operações marítimas especiais e exercícios simulados com fogo real contra submarinos, aviões e embarcações de guerra do inimigo.

Para este exercício, também foi desdobrado um esquadrão de aviões militares de Coreia do Sul e EUA.

O novo exercício é parte das manobras em grande escala 'Foal Eagle', que se desenvolvem desde 7 de março e vão até final de abril.

As manobras anuais, junto com as 'Key Resolve', que foram encerradas na última sexta-feira passada, são as maiores realizadas até agora pelos dois aliados ao somar mais de 17 mil tropas americanas e 300 mil sul-coreanas.

A Coreia do Norte, que considera esses exercícios um "ensaio de invasão" de seu país, respondeu com ameaças de um ataque preventivo e vários lançamentos ao mar de mísseis de curto e médio alcance, o último deles ontem.

Os Estados Unidos mantêm 28.500 tropas estacionadas de forma permanente na Coreia do Sul, país do qual se compromete a defender em caso de conflito com a Coreia do Norte.

Norte e Sul permanecem tecnicamente em conflito desde a Guerra da Coreia (1950-1953), que terminou com um armistício que jamais foi substituído por um tratado de paz definitivo. 

Fonte: EFE.

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