Coreia do Sul celebra sanções impostas pelos EUA a Kim Jong-un

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

07 de julho de 2016.

A Coreia do Sul expressou nesta quinta-feira (data local) sua satisfação pelas sanções dos Estados Unidos ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e outros dez funcionários por conta de abusos dos direitos humanos cometidos no país.


O governo sul-coreano "avalia e dá as boas-vindas ao anúncio dos EUA de impor sanções aos violadores dos direitos humanos na Coreia do Norte mediante a legislação de sanções à Coreia do Norte a partir do dia 6 de julho de 2016", expressou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul em um breve comunicado.

A medida anunciada na quarta-feira pelos EUA "demonstra seu compromisso com o fortalecimento das sanções contra a Coreia do Norte em várias frentes", avaliou o ministério sul-coreano no comunicado.


Além disso, a Coreia do Sul espera que as novas sanções dos Estados Unidos permitam ao mundo compreender melhor as "violações sistemáticas e maciças dos direitos humanos que ocorrem no norte".

Também desejou que "contribuam muito para o progresso do debate na comunidade internacional" sobre a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte e servem para "reforçar as medidas de respostas adequadas".

As sanções do Departamento do Tesouro afetam Kim Jong-un, outros dez funcionários norte-coreanos e cinco entidades do país, e resultam no congelamento das propriedades que possam ter sob jurisdição dos EUA e proíbe cidadãos americanos de se envolver em transações financeiras com eles.

Seu grande valor simbólico reside na inclusão de Kim Jong-un na lista de líderes sancionados pelos Estados Unidos no passado por abusos de direitos humanos, como o sírio Bashar al Assad, o líbio Muammar Kadafi, o iraquiano Saddam Hussein e o zimbabuano Robert Mugabe.

Na prática, espera-se que dificultem ainda mais as transações da Coreia do Norte em bancos e entidades financeiras internacionais e acabem com o "anonimato" sob o que operavam muitos dos funcionários identificados na terça-feira como violadores dos direitos humanos, de acordo com os Estados Unidos. 

Fonte: EFE.

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