Coreia do Norte realiza lançamento fracassado de míssil balístico

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

31 de maio de 2016.

A Coreia do Norte realizou nesta terça-feira (31, data local) o lançamento de um míssil balístico de médio alcance, mas o teste acabou falhando, informou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

"A Coreia do Norte tentou lançar um míssil não identificado da região próxima a Wonsan (no sudeste do país) por volta de 5h20 (horário local, 17h20 de segunda-feira), mas tudo indica que não teve êxito", confirmou para a Agência Efe um porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano.

O exército sul-coreano está estudando os detalhes do lançamento do artefato que, segundo o porta-voz, poderia tratar-se de um míssil Musudan de médio alcance, razão pela qual as Forças Armadas da Coreia do Sul se encontram em estado de alerta.

"Neste momento, estamos analisando o lançamento e, ao mesmo tempo, estamos reforçando nossas posições de defesa", explicou o porta-voz de Ministério da Defesa sul-coreano.

Caso seja um Musudan, esta seria a quarta vez que a Coreia do Norte fracassa na hora de disparar um desses mísseis, já que realizou três lançamentos frustrados em abril, que foram detectados pelas Forças Armadas da Coreia do Sul.

Os governos de Japão e Coreia do Sul já tinham advertido ontem sobre a possibilidade do lançamento iminente de um míssil Musudan, um novo projétil cuja categoria de alcance de até 4 mil quilômetros lhe permitiria atingir a base americana de Guam, no Pacífico.

O governo sul-coreano estima que o regime de Kim Jong-un possua por volta de 50 unidades desse míssil.

A Coreia do Norte realizou vários lançamentos ao mar, em março e abril, de projéteis de curto alcance, e um de um míssil de médio alcance, em um momento de tensão na península coreana pelas sanções contra o regime totalitário e por causa das manobras militares de Seul e Washington em território sul-coreano.

O país liderado por Kim Jong-un realizou em janeiro seu quarto teste nuclear e um novo teste de mísseis de longo alcance no mês seguinte, o que levou à imposição de novas e mais duras sanções comerciais por parte do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: EFE.

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