Coreia do Norte promove grande celebração por lançamento de míssil intercontinental

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

02 de dezembro de 2017.

 

Coreia do Norte organizou uma mobilização multitudinária nas ruas para celebrar o lançamento do último míssil - informou a imprensa oficial de Pyongyang neste sábado (2), acrescentando que a celebração incluiu fogos de artifício e bailes.

Na capa, o jornal do Partido dos Trabalhadores, Rodong Sinmun, publicou fotografias que mostram milhares de soldados aclamados pela multidão reunida na praça Kim Il-Sung de Pyongyang, decorada com gigantescos retrados dos líderes do país.

"De todo coração, celebramos o bem-sucedido lançamento do (míssil) Hwasong-15 que mostra para todo mundo o poder da Coreia do Norte e sua grandeza", dizia um dos cartazes carregados pelos militantes.

A Coreia do Norte testou com sucesso um novo míssil balístico intercontinental. Depois desse evento, o líder Kim Jong-un disse que o país alcançou sua meta de se tornar uma potência nuclear.

O lançamento provocou indignação do governo americano,que garantiu que o regime de Kim Jong-un será "totalmente destruído".

Kim não assistiu às celebrações, como é tradição, mas o ato de sexta-feira reuniu os principais líderes militares, do partido e do governo.

"Longa vida ao general Kim Jong-un que nos trouxe o status nuclear", dizia outro cartaz.

Lançamento

De acordo com o Pentágono, uma avaliação inicial indica que se trata de um míssil balístico intercontinental (ICBM), que voou por mil quilômetros até cair no Mar do Japão.

O órgão militar americano afirmou que o disparo não representou uma ameaça aos EUA, seus territórios ou aliados, mas atingiu maior altitude do que todos os disparos anteriores realizados pelo país.

O míssil, que foi disparado na terça no Mar de Japão, voou mais de 900 km alcançando mais de 4.000 km de altitude, o que representa a máxima altura atingida até o momento por um projétil norte-coreano e indica um novo e perigoso avanço para o programa de armas do regime.

Fonte: G1

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