Coreia do Norte pode ter retomado produção de plutônio

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

16 de abril de 2016.

Imagens de um satélite particular mostraram que Pyongyang pode ter retomado, ou estar se preparando para retomar a produção de plutônio para a criação de armas nucleares, informou nesta sexta-feira (15) o portal 38 North.

Segundo a publicação, nas imagens é que obras foram iniciadas na região de uma planta nuclear em Yongbyon, voltadas, em particular, para a construção de um depósito de dejetos nucleares e de um reator experimental de água leve. Além disso, um vagão de trem teria sido conduzido ao local.

Especialistas também não excluem a possibilidade de a planta ter sofrido um vazamento radioativo, e o governo estar tentando eliminar as suas consequências.

Na manhã de hoje, Pyongyang realizou um lançamento mal-sucedido de míssil balístico de médio alcance a parte da costa leste do país.

No início desta semana, fontes de inteligência dos EUA revelaram à CNN que satélites norte-americanos registraram sinais de que Pyongyang também estaria preparando lançamentos, a partir de uma plataforma móvel, de um míssil balístico tipo KN-08 ou KN-14, capaz de chegar à costa do Pacífico.

As mesmas fontes também consideraram possíveis lançamento de mísseis Musudan, capazes de atingir o Alasca ou a ilha de Guam.

Nas últimas semanas, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, tem supervisionado vários testes relacionados aos sistemas de defesa de mísseis do país. Por sua vez, Washington fez denúncias sobre "atividades suspeitas" nas centrais nucleares da Coreia do Norte, alertando para o fato de os EUA estarem ao alcance dos mísseis norte-coreanos.

A tensão na península se intensificou em fevereiro, depois que Pyongyang anunciou o lançamento de um foguete equipado com satélite. Grande parte da comunidade internacional considerou o evento como um teste encoberto de mísseis balísticos. Em resposta, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução aumentando o isolamento econômico do país asiático, que, por sua vez, reagiu com novos lançamentos de mísseis balísticos.

Fonte: Sputnik.

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