Conflito no leste da Ucrânia já causou mais de 9 mil mortes

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

29 de abril de 2016.

Mais de 21 mil pessoas ficaram feridas desde abril de 2014; informação foi dada ao Conselho de Segurança pelo secretário-geral assistente da ONU para Assuntos Políticos; segundo Tayd-Brook Zerihoun, situação humanitária também é "grave"

Nesta quinta-feira, pela primeira vez neste ano, o Conselho de Segurança das Nações se reuniu sobre a situação na Ucrânia.

O secretário-geral assistente para Assuntos Políticos alertou que o conflito no leste do país está "entrando no terceiro ano". Segundo Tayd-Brook Zerihoun, o órgão se reúne com um senso de "urgência e esperança".

Mortes

Zerihoun afirmou que o número de vítimas do conflito continua a subir, citando mais de 30 mil, incluindo cerca de 9,3 mil mortos e perto de 21,4 mil feridos desde o início dos combates em meados de abril de 2014.

O secretário-geral assistente lembrou o último "incidente trágico", em 27 de abril, onde pelo menos quatro civis morreram e oito ficaram feridos num bombardeio em Olenivka, perto da cidade de Donetsk.

Para ele, o acontecimento é  uma "forte lembrança do alto custo humano do conflito contínuo".

Resolução Política

Segundo Zerihoun, a "contínua falha" no pleno cumprimento do "Pacote de Medidas para a Implementação dos Acordos de Minsk" mostrou a necessidade crucial de avançar na direção de uma solução política do conflito.

Para ele, clararamente, uma melhora na situação de segurança seria fundamental para criar um ambiente propício ao progresso na esfera política.

Situação Humanitária

O secretário-geral assistente alertou que a "situação na Ucrânia também é grave na frente humanitária".

Zerihoun afirmou que mais de 3 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária, especialmente as que estão perto da chamada "linha de contato" e em áreas fora do controle do governo.

Ele disse ainda que o progresso no processo de paz depende da vontade política dos envolvidos no conflito e em sua "prontidão e disponibilidade" de encontrar uma solução pacífica.

O secretário-geral assistente declarou que as Nações Unidas "permanecem comprometidas em apoiar uma solução pacífica para o conflito, de uma forma que defenda plenamente a soberania, integridade territorial e independência da Ucrânia.

Fonte: Rádio ONU.

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