China e Coreia do Sul ampliam sanções contra Coreia do Norte

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

08 de março de 2016.

A China impediu a chegada de um navio cargueiro da Coreia do Norte a um de seus portos, e a Coreia do Sul anunciou sanções a empresas e indivíduos ligados ao programa de armas de Pyongyang, aprofundando as punições ao isolado país comunista.

O navio de carga norte-coreano Grand Karo chegou ao porto de Rizhao, no nordeste da China, alguns dias atrás, mas o porto não permitiu que a embarcação atracasse, disse um funcionário da Autoridade Marítima de Rizhao, recusando-se a se identificar por não estar autorizado a falar com a mídia.

O navio é um dos 31 incluídos em uma lista negra do Ministério do Transporte chinês desde que as embarcações passaram a ser alvos das sanções mais severas contra a Coreia do Norte aprovadas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana passada.

Pelo menos dois outros barcos da lista de cargueiros barrados já zarparam depois de ficarem ancorados nas imediações de portos chineses, segundo mostram dados de rastreamento de navegação do terminal da Reuters Eikon nesta terça-feira.

Outra das embarcações foi proibida de deixar um porto nas Filipinas até que falhas de segurança, descobertas durante uma inspeção de segurança e proteção no navio, sejam retificadas.

O Grand Karo está agora ancorado a cerca de 35 quilômetros de Rizhao, revelaram dados de rastreamento.

"A operadora da embarcação terá que decidir o que pode fazer", disse o funcionário da Autoridade Marítima de Rizhao.

"Se navios norte-coreanos não-sancionados entrarem no porto, os funcionários pedirão às autoridades superiores instruções sobre como lidar com eles", acrescentou o funcionário.

Em Seul, o governo afirmou nesta terça-feira que irá impor novas sanções a 40 indivíduos e 30 entidades devido a possíveis elos com o programa de armas da Coreia do Norte e que irá barrar embarcações que pararam em portos norte-coreanos nos últimos 180 dias.

Fonte: Reuters.

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