China adverte para consequências econômicas após Índia posicionar tanques na fronteira

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

22 de julho de 2016.

Tanques T-72

Depois que a Índia mobilizou tanques na fronteira com a China, Pequim advertiu que o movimento poderia ameaçar potenciais oportunidades de investimento.

Na quarta-feira (20), surgiram relatos de que Nova Delhi havia implantado cerca de 100 tanques T-72 na fronteira chinesa, na região setentrional de Ladakh. Oficiais indianos alegaram a necessidade de responder ao aumento da presença militar chinesa no outro lado da fronteira.

Nesta quinta (21), o Ministério do Comércio da China advertiu contra a provocação, argumentando que Pequim pode repensar a sua estratégia de investimento indiano.

De acordo com o Global Times, os investimentos externos da China aumentaram drasticamente no primeiro semestre deste ano,subindo aproximadamente 59%.

"A este respeito, um grande número de empresas chinesas, incluindo a fabricante de smartphones Xiaomi ea fabricante de computadores Lenovo, voltaram seus olhos para a Índia", relata o jornal.

O aumento das exportações de Pequim também coincide com a necessidade de Nova Delhi de atender às suas crescentes demandas de importação. De fato, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, tem trabalhado para atrair empresas estrangeiras.

"No entanto, é intrigante que ao implantar tanques perto da fronteira da China, a Índia ainda se esforce para atrair investimento chinês", diz o Global Times.

Em um índice do Banco Mundial baseado na facilidade de se fazer negócios em um país, acrescenta ainda a publicação, a Índia ocupa atualmente a 130ª posição de uma lista de 189.

As tensões entre Pequim e Nova Delhi têm aumentado nos últimos meses. No contexto da disputa corrente no Mar do Sul da China, a Marinha indiana enviou três embarcações para a região a fim de realizar exercícios militares conjuntos com a Malásia.

Além disso, o primeiro-ministro do Nepal, Khadga Prasad Sharma Oli, manifestou interesse em trabalhar mais estreitamente com o governo chinês, o que não agradou as autoridades indianas.

Fonte: Sputnik.

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