China acusa Coreia do Sul de provocar tensão na região

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

25 de julho de 2016.

O sistema estadunidense da defesa antimíssil THAAD

A China avisou a Coreia do Sul de que o recente acordo com os EUA sobre a implantação de um escudo antimíssil prejudicará as relações bilaterais, informou nesta segunda (25) a imprensa local.

O último aviso foi feito no domingo durante a cúpula de ASEAN, realizada em Vientiane (capital do Laos) durante uma reunião entre ministros das Relações Exteriores da China e da Coreia do Sul.

​"A decisão recente da Coreia do Sul prejudicou o estabelecimento da confiança mútua entre os dois países", disse o representante chinês Wang Yi ao seu homólogo sul-coreano Yun Byung-se, de acordo com a agência de notícias Yonhap e o canal KBS.

A agência acrescenta que Wang culpou Seul da deterioração da situação e pediu "medidas práticas" para revertê-la.

Moscou e Pequim protestaram intensamente contra a instalação do escudo antimíssil, conhecido como THAAD, que será implantado em breve, entendendo que Washington vai usá-lo para quebrar o equilíbrio militar na região.

A Coreia do Sul e os Estados Unidos afirmam que, por meio deste acordo, apenas procuram se defender dos mísseis norte-coreanos, mas não conseguiram convencer a China e a Rússia.

A Coreia do Norte aumentou o número de lançamentos de mísseis nos últimos meses, o que levou Seul a aceitar a proposta estadunidense de instalar o escudo, que Washington tinha exigido durante anos.

Segundo o representante do Ministério da Defesa sul coreano, o deslocamento do sistema THAAD vai proteger as usinas nucleares, tanques de armazenamento de petróleo e as instalações militares sul-coreanas.

Os planos para implantar o sistema de defesa antimíssil THAAD foram anunciados no início de julho. Em seu discurso à comissão parlamentar das relações exteriores, Yun Byung-Se observou que o THAAD "não está direcionado contra a China, a Rússia ou qualquer outro terceiro país. <…> Nós queríamos sublinhar que [a nossa decisão] é baseada no direito de nos defendermos de armas nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte, que estão aumentando em número diariamente".

Por sua vez, a Coreia do Norte ameaçou com uma "ação física", em resposta a estes planos norte-americanos na Coreia do Sul.

Fonte: Sputnik.

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